quarta-feira, 27 de março de 2013

Taxi ataque!

 
              Sábado fui à festa do Portugal Fashion - lá estava a Fátima Lopes a receber-me à porta (embora ela não tenha feito tal coisa propositadamente). Foi uma noite divertida, que me surpeendeu pela positiva - esperava pessoas com um aspecto mais "alternativo" digamos! No entanto, ainda dei um salto a uma outra festa para estar com umas amigas!
                À ida para casa, eu e a B. apanhamos um táxi. Estávamos cheias de fome e queríamos terminar a nossa noite com um bom pequeno-almoço, mas o taxista tinha outros planos reservados para nós... um plano mais entusiasmante! Lá íamos nós a subir a rua do Campo Alegre quando vemos um carro a vir da D. Pedro V, a passar descaradamente um vermelho e a dirigir-se para nós! O taxista desviou-se, mas já era tarde... Ouve-se um estrondo - um embate no nosso táxi - e o taxista olha para nós:
- Ele bateu, não bateu???
- Bateu! (Como é que ele tem dúvidas, pensamos nós!)
O carro dá quatro piscas e continua a andar - um pedido de desculpas em formato de luz aparentemente pareceu-lhe suficiente, mas o taxista discorda:
- Isto não fica assim!!!
- Por amor de deus, não o persiga! Não faça isso!
Ignorando as nossas preces, ele lá arranca a fundo e buzina interruptamente até o carro da frente encostar!
Assim que o carro encosta, sai um miúdo a cambalear com uma cara de quem teve uma noite muito animada e segundos depois, sai uma rapariga do lugar de pendura com uns olhos semi-abertos que não deixavam dúvidas de que ela se tinha divertido ainda mais! Diz com a voz arrastada "Ai desculpe lá... Assinamos uma declaração amigável, eu tenho seguro!" Contudo, o taxista queria justiça!
- Isto não fica assim, vou chamar a polícia!
- Não chame, que ele não tem carta! (Por alguma razão, achou que este facto abonava a seu favor... Olhar incrédulo de todos.)
Eu e a B. continuávamos dentro do banco de trás do taxi, cheias de fome e estupefactas com o que estava a acontecer! Nisto, o condutor abre a porta e diz-nos:
- Vocês viram o que aconteceu?
- Vimos...
- A culpa foi mesmo minha.....? (olhar persuasivo)
- Não vale a pena... Foi claramente tua! (ainda nos rimos)
- Não vale mesmo a pena? Ah.... está bem.... (olhar desiludido)
 
           Entretanto, chega um segundo taxi, que encosta para saber o que se passa. Em conversa com o nosso taxista, lá o convence a não chamar a polícia e preencherem a declaração amigável. A miúda vai tirar o carro da via e ao (tentar) estacioná-lo... Deixou-o ir abaixo QUATRO VEZES, enquanto se ria...
          Com a história concluída, eu e a B. decidimos pedir ao segundo taxista que nos levasse a casa. Não fomos embora sem pedir ao casal maravilha que deixasse lá o carro e fossem também eles de táxi! Prometeram que sim! Resta saber o que fizeram...
 
 

quarta-feira, 20 de março de 2013

Os melhores defeitos do Mundo

 
               Tenho vindo a questionar-me quais serão os melhores defeitos do Mundo. Isto é, ninguém é perfeito, todos temos as nossas características menos agradáveis. Assim sendo, quais serão os melhores defeitos que podemos desejar ter ou encontrar noutras pessoas? Seleccionei alguns perfis que me parecem mais ou menos inofensivos:
 
O Teimoso - insiste que a sua forma de pensar e agir é a certa. Convencê-lo a mudar de ideias é uma saga, mas de resto, não nos vai incomodar.
 
O Individualista - quer fazer tudo à sua maneira, pelo que não nos deixa participar, mas também não nos pede ajuda!
 
O Inseguro - nunca se sente confiante nas suas escolhas, pelo que se torna dependente da nossa opinião. Com um bocadinho de paciência, resolve-se.
 
O Insensível - não valoriza as nossas preocupações e vê tudo com um sentido muito prático. Pode fazer-nos ver o lado positivo, mas dificilmente vai dar-nos carinho quando precisarmos.
 
O Narcisista - só pensa em si e valoriza-se imenso. Ao contrário do inseguro, não cria nenhuma dependência e transmite até muita confiança, mas esse comportamento pode cansar.
 
O Prepotente - diz tudo aquilo que pensa, sem rodeios e com grande superioridade. É possível que a sua frontalidade possa magoar, mas com certeza haverá honestidade.
 
Eu não me entendo muito bem com pessoas muito teimosas, nem insensíveis. Talvez desta lista o prepotente me pareça o mais aceitável, mas se tivesse efectivamente que escolher um defeito não seria tarefa fácil.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Desejo-te um MAU dia!

 
             Reencontrei esta música ontem, depois de muito tempo! É o guia perfeito para se desejar um mau dia a alguém de quem no fundo se goste muito! São as pragas mais adoráveis de sempre, como "Que a última página do romance de 800 páginas que estás a ler esteja rasgada" ou "Que chova e te tenhas esquecido da janela do teu novo carro aberta" eheh Vejam :)
 
 
 

quarta-feira, 13 de março de 2013

Previram-me o futuro!

         
                No restaurante Vintage no Porto, às quintas-feiras há noite mística. Quem fizer reserva para jantar, pode consultar uma medium que irá obter e interpretar o seu mapa astral. Fui com duas amigas, a B. e a G. e a experiência deu pano para mangas... Os resultados imediatos adianto já -uma ex fumadora que se tornou fumadora e uma saída nada mística!
                 O jantar foi muito bom - a decoração do restaurante deixa um pouco a desejar - pela fachada senti que estava a entrar num clube de stripresase (alguns de vocês não acharão que isso seria algo de negativo eheh), mas a comida estava óptima e o atendimento também teve nota positiva. Claro que nos fartamos de falar durante a refeição, pelo que, mediuns inteligentes teriam colocado umas escutas ali na mesa para lhes facilitar a leitura dos astros ;)
 
               No fim do jantar, encaminhamo-nos para uma sala, uma de cada vez. Eu fui a última e a conversa começou assim:
Então... Diga-me a data de nascimento e a hora, por favor.
Eu disse.
Nasceu no Porto?
Não. Nasci na cidade X.
Hmm mas olhe, entre o Porto e X, os astros não sofrem grandes alterações e as coordenadas do Porto estão certas e quanto às de X não tenho a certeza, por isso vou deixar assim está bem?
Ok... (o meu cepticismo com as antenas logo levantadas!)
É do signo carneiro, mas tem um forte ascendente virgem, pelo que não é impulsiva e frontal como um típico carneiro seria. Gosta de ter as coisas mais planeadas e organizadas...
Hmmm não me identifico muito com essa última parte. Não me considero muito organizada, até gostava de ser mais.
Pois, mas não é tãaaaao desorganizada como um carneiro à partida seria!
Está bem.... (cepticismo no máximo)
Então, prosseguindo para o mapa... (Esta parte foi chinês, mas foi algo como) "A casa da lua está perto de escorpião" pelo que vejo o fim de um ciclo, de um relacionamento talvez.
Hmmm...
Mas está numa boa fase. Vejo que vai ter uma fase de grande concentração na sua carreira. O que é que faz?
Sou dentista.
A saúde é uma boa área para si, porque é organizada e metódica. Vai crescer muito nesta área e um dia vai com certeza estabelecer-se por conta própria. Se o fizer, aconselho-a a fazer sociedade com um homem porque tem uma energia muito "yang", pelo que se dá melhor com homens.
Hmmm também não concordo. Sempre tive grupos de amigas, sempre convivi mais com raparigas.
Mas pelo menos então no trabalho dá-se melhor com homens! Com mulheres, vejo possíveis conflitos. Ah, e como tem uma energia muito yang para um relacionamento precisa de alguém que seja mais submisso e carinhoso, que lhe faça as vontades.
Ri-me!
Mas depois não se chateie com ele por fazer tudo o que quer, porque vai-se chatear... Precisa de alguém compreensivo, se às vezes chegar mais tarde a casa por estar nas consultas. Eu sei porque às vezes também estou nas consultas de tarot e acho que vou sair às 20h e saio às 22h e temos que ter alguém que não se importe... (Não conseguia encontrar tantas parecenças entre as duas profissões, nem que me pedissem... )


              Bom, isto foi uma parte da "leitura", a mais engraçada! Toda a experiência deu para rir! Principalmente ao ver a vontade da G. por agarrar um cigarro porque os astros mostravam que não era uma boa fase para deixar de fumar! A B, por sua vez, em pânico porque se não emigrar, vai encontrar o amor da sua vida e ficar cá presa para sempre. Experimentem ;)
 

quinta-feira, 7 de março de 2013

Estamos a ser assaltados!

     
           Vivemos num apartamento. Ontem à noite, tocaram à campainha cá de cima uma, duas, três vezes... Achei que a minha mãe tivesse ido abrir, mas depois dessa insistência, levantei-me para lá ir. Dei com a minha mãe em bicos de pés a espreitar pelo orifício da porta. Fiquei a olhar para ela... Fez-me sinal de silêncio. Tocaram de novo. Olhou para mim com ar de assustada e voltou a concentrar-se na observação desse alguém que estava do lado de lá. 

         Ouvimos um ruído de alguma coisa a entrar na fechadura e a minha mãe gritou "QUEM É????" mas ninguém respondeu e o barulho continuou, o objecto pareceu estar a encaixar na fechadura e pelo barulho pareciam estar a conseguir abrir a porta! A minha mãe gritou "NÃAAAOOOO!" e puxou-me a correr para a cozinha e daí para a varanda, cuja porta estava super difícil de abrir! Ia começar a gritar por auxílio quando ouvi uma voz: 

"O que se passa???" - era a voz do meu pai!! Estávamos a ser assaltadas pelo meu pai, com a sua chave e uma televisão na mão que tinha ido buscar ao carro! 

"Eu disse que ia ao carro buscar a televisão", disse... Com um ar confuso! 

         Desatamo-nos a rir, choramos de rir! Agora pergunto-me: Porque é que fui atrás da minha mãe e me deixei levar na sua teoria da perseguição? O que é que íamos para a varanda fazer? Ainda me disse "Curioso que tu não entras em pânico, não és medrosa!" Obrigada, papá, por teres falado antes de se dar início ao pedido de ajuda mais humilhante de sempre! Acho que esta semana vou fazer um simulacro cá em casa! Já disse à minha mãe, que em caso de assalto, acho que devíamos fugir para os quartos! Temos uns parapeitos largos que ligam os quartos todos do andar - vizinhos e tudo! Não consigo olhar para a minha mãe sem me rir, isto vai ser divertido :p


quarta-feira, 6 de março de 2013

Época balnear is coming

 
                Inverno, eu e tu temos uma relação complicada mas preciso que te aguentes mais um tempo por cá enquanto me ponho em forma, sim? O Verão e eu vivemos mais de paixão e intensidade, já tu dás-me vontade de ficar no sofá a ver filmes e trazes ao de cima a gulosa que há em mim. 
                Está na altura de pensar que faltam 3 meses para o sol estar aí radiante e os fins de semana começam a pedir menos roupa e uma praiinha! Assim sendo, as corridas têm que ser mais frequentes! Aqui vai um pico de motivação para mim e para vocês!
 
 






 
          
 
 

O dia em que ela decidiu ser rebelde

          
         Houve uma semana da minha vida em que um cão me seguia para todo o lado. Saía de casa e ele estava lá, entrava no carro e ele vinha atrás de mim, corria inclusive atrás do meu carro durante cerca de 300m até me perder de vista. Parecia um husky mas preto e muito bonito. Achei que o cão tinha um fascínio qualquer por mim.
         Certo dia, eu ainda andava na faculdade e estava numa aula clínica, a atender pacientes. No intervalo, vi o telemóvel e tinha umas 7 chamadas não atendidas, cinco do meu pai, duas da minha irmã. O meu coração parou - porque é que não tinha chamadas da minha mãe? O que é que se passava? Liguei de volta, a tremer que nem varas verdes ,e atende a minha irmã, com voz pesada.
 
- Estou? Onde estás?
- Estou na clínica. O que se passa? A mamã?
- A mamã? Está tudo bem. Foi a M. que fugiu, não sei onde ela está. (M. é a nossa cadelinha)
- Fugiu? Como? Há muito tempo?
- É uma longa história. Quando puderes vem para casa!
Desligou. Não foi fácil concentrar-me no que estava a fazer, só queria despachar-me para me ir embora! 
 
         Quando finalmente consegui, cheguei a casa e lá me explicaram.
         A minha irmã foi passear a M. e eis que um cão se aproxima, começa a rondá-las, começam os dois cães a saltar um para cima do outro e a M. entretanto consegue soltar-se e correm os dois que nem loucos para fora do alcance da minha irmã. Ainda conseguiu correr atrás deles, para ver o husky saltar para cima da M., que estava com o cio, mas entretanto eles saíram da vista dela. Fartou-se de gritar por eles, ainda para mais sozinha e no meio de um bairro duvidoso... imaginem o que passou! Felizmente, tudo se resolveu, embora eu não tenha estado presente para ajudar!  
            
        Tivemos que dar medicamentos à M. para abortar e nos dias seguintes ela ficou em casa enroscada no sofá, com ar de quem tinha sido afastada do amor da sua vida, qual rapunzel presa numa masmorra, enquanto ele passava os dias lá em baixo à espera dela e a ladrar para a janela! Só aí percebi que o afecto dele por mim e o facto de me seguir para todo o lado sempre se tinha devido a ela e bom, assim foi o seu primeiro one night stand!
 

terça-feira, 5 de março de 2013

"Óculos de ver"


            Há algumas expressões que acho engraçadas e "óculos de ver" é uma delas. Sempre que alguém fala em óculos, assume-se que se está a falar de óculos de sol e, a título de explicação, lá vem o anexo "de ver". Eu acho tão estúpido, pelo que me refiro aos ditos cujos como "óculos graduados". Parece-vos bem? 
            Bom, estou a fazer esta reflexão porque preciso de comprar uns ditos e não é tarefa fácil. Vejo a Diana Chaves com este par e acho que lhe fica muitíssimo bem, até porque a acho uma mulher muito bonita, mas quando estou a experimentá-los em mim já sou mais crítica. Uso lentes, os óculos são só um complemento para usar por casa quando estou mais cansada, mas complemento ou não, quero que me fiquem bem! 


         Afinal, de contas, este anúncio diz tudo - "A face it´s like a work of art. It deserves a great frame". Este fim-de-semana vou ter uma longa tarde na óptica....



quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

As mulheres são conflituosas

 
               Há um mito urbano que diz de que dentro dos grupos de amigas há mais conflitos, invejas e discussões, ao contrário do que acontece entre os homens, que nunca se chateiam ou resolvem os problemas à pancada, se for preciso, mas sem rancores! No geral, assumimos todos que isto é verdade, inclusive as mulheres. Não venho aqui negar este mito contra tudo e contra todos - não sou uma gladiadora! Contudo, como tenho bons grupos de amigas onde não há invejas (ciúmes há-os às vezes, confesso!) e como já assisti a discusões caricatas entre rapazes, vou contar-vos alguns episódios que ocorreram entre três amigos numas férias de verão, a quem vamos chamar de R., N. e G. Por sua vez, a minha amiga vai ser chamada de B.
 
              Episódio #1: Estávamos no alentejo, a voltar para casa depois de um daqueles incríveis e longos dias de praia e eis que o R. decide que vai passar numa bomba de gasolina para lavar o carro. O N. começa a contestar, porque está cheio de fome e ele podia fazer aquilo noutra altura mas o R. não faz caso e diz que vai ser num instante! O N. fica claramente chateado, diz que o R. está constantemente a ter comportamentos destes, que não pode ser tudo como ele quer, que não faz nenhum sentido ir lavar o carro àquela hora e faz um escândalo de alguns minutos, digno de uma discussão de namorados, enquanto eu e a B. observamos silenciosamente, sentadas em cima de um banco!
 
             Episódio #2: De manhã, o N. e outro amigo vão comprar pão e mais umas coisas para tomarmos o pequeno-almoço e fazermos uma sandes para levar para a praia. Entretanto, o R. acorda, vê o pão e começa a cortá-lo para fazer torradas. Durante este processo, começa mentalmente a calcular o número de fatias necessárias e fica convicto de que compraram pouco pão, pelo que se dirige ao N.
- Só compraram isto? Isto não chega! Vocês não sabiam que somos cinco e que ainda vamos levar sandes para a praia?
- Então nós fomos comprar pão e ainda te queixas? Se não há que chegue, ias lá tu, que ninguém é criado de ninguém!
- Ontem fui eu, e comprei pão que chegasse! Não é muito difícil.
- Pronto, tu é que tens sempre razão!!
Mais uma vez, eu e a B. estávamos sentadas, a comer as nossas torradas e entreolhamo-nos com cumplicidade e muita vontade de rir.
 
           Episódio #3: Decidimos ir almoçar fora. O R. sugeriu fazermos um caminho mais longo e irmos passar a tarde numa cidade mais afastada, mas o N. não achou boa ideia porque era longe e estava cheio de fome. Assim sendo, o G. sugeriu um restaurante próximo onde já tinha dito e que vinha muito bem recomendado. Quando chegamos, verificamos que estava praticamente cheio e que todas as pessoas tinham ou muito bom aspecto, ou aspecto de turista em alternativa. Fomos atendidos por uma senhora que nos disse que já estavam lotados e não iam conseguir ter mesa a tempo de nos servir, porque já passava das duas. O R. ficou convencido que estavam a discriminar-nos por sermos jovens e disse ao N.
- Claro, viram um grupo de jovens e tu com esses calções. Acharam logo que vínhamos para aqui contar os trocos.
- Ai agora a culpa é minha? Tu és impressionante.
Encontramos outro restaurante, onde nos sentaram e, enquanto não fomos servidos, continuaram os dois a discutir de quem era a culpa de não termos ido experimentar o primeiro restaurante e de não termos sido servidos no segundo. Não preciso de dizer o que e a B. estávamos a fazer, pois não? Estávamos a ver o menu, sossegadas e em conjunto.
 
         Episódio #4: Eu e a B. começamos a discutir dentro do quarto. Eu dizia-lhe que ela não se estava a despachar para irmos para a praia e que não tínhamos que ficar à espera dela! Fomos a discutir até à sala... e desatámo-nos a rir. Era uma brincadeira! Perguntamos-lhes
- Já viram a figura que vocês fazem?
- Ah, muito engraçadinhas as meninas!
 
               Volto a dizer que não venho aqui contestar esse mito contra tudo e contra todos, mas podem dar-nos só o benefício da dúvida?

Sobre a carne de cavalo




Ahahah Acho que não há muito mais a dizer sobre este assunto, só não resisti a publicar esta imagem! Ri-me tanto!

[Outro dos meus pontos fracos são piadas com a Anita!]

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Desculpa


                 Há uns dias, dei por mim numa conversa profunda com a minha irmã - ela dizia-me que havia três pessoas na vida a quem devia um pedido de desculpas - enumerou-as e contou-me as razões. De seguida, perguntou-me se eu tinha alguém a quem devesse um pedido de desculpas. Fiquei contente por ter demorado algum tempo a encontrar a resposta, enquanto ela me dizia que se a minha resposta fosse "não", era muito bom sinal. Disse-lhe que, como irmã mais nova, tinha que me dar uma vantagem de alguns anos para magoar três pessoas! De qualquer forma, lembrei-me de uma pessoa. Pedi-lhe desculpas no tempo certo e sei que me perdoou. Hoje em dia é alguém que faz parte da minha vida e com quem mantenho uma boa relação, mas foi alguém que magoei e que não merecia. 
                 Não sei por que razão às vezes damos por nós a magoar quem nos trata bem e a sofrer por quem nos trata mal, mas é uma realidade sádica. Também têm pessoas a quem devem um pedido de desculpas? Se de facto tiverem, peçam desculpa e peçam as vezes que forem precisas! Vamos sempre cometer erros e vamos cometê-los mais do que uma vez, o importante é o que fazemos para os corrigir! 






"Sou eu"


               Há uns dias apercebi-me de mais uma mania terrível... Quando toco à campainha de uma casa, sempre que me perguntam "Quem é?", sai-me um "Sou eu!". Acho que faria mais sentido dizer o meu nome, afinal "eu" podemos ser todos mas talvez revele uma incrível confiança de minha parte eheh Não sou a única, pois não?
 

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Era uma vez...


              Era uma vez uma história de amor. Eles envolveram-se, apaixonaram-se e construíram uma relação muito depressa. Tornaram-se amigos, namorados e praticamente foram viver juntos num abrir e fechar de olhos. Ela sentia que ele adorava a companhia dela e apesar de não ser um romântico por natureza, foi-lhe fazendo surpresas inesquecíveis e principalmente no dia a dia, ela sentiu desde cedo, nos gestos mais pequenos, que ele queria construir uma relação sólida e estável. Parecia querer que ela partilhasse completamente a vida dele e fazia sentir-se muito feliz! Ela sentia que não se podiam entender melhor - as discussões eram pontuais, muitas vezes com sentido de humor, e resolviam-se rápido, sem grandes alaridos. Ele sempre teve o tempo muito ocupado, mas sempre conseguiram conciliar muito bem as coisas, pelo que não sentia a ausência dele. Aos poucos, ele começou a ficar mais tenso e mais fechado. Queria estar sozinho, queria afundar-se no sofá com o computador e a Sport Tv. Ela via aquilo como sinal de uma depressão e puxava por ele, para o fazer aproveitar o dia de sol que estava lá fora. Ele culpava-a por lhe querer tirar o prazer de ficar em casa. 

                 Ela sentiu que ele andava mais tenso e, de um momento para o outro (ou foi assim que lhe pareceu), ele disse-lhe que não conseguia ser o namorado dela neste momento. Disse-lhe que não tinha dúvidas do que sentia por ela, mas que tinha muitas responsabilidades, que não conseguia estar à altura das obrigações de uma relação neste momento. Ela ficou muito confusa, não conseguiu entender se aquilo era uma despedida ou se era um sinal de que precisavam de estar mais afastados por um tempo, até voltar tudo ao normal. Ele próprio parecia não ter a resposta. Ela gostava muito dele e sentia que ele continuava a gostar dela também da mesma forma. Quis tentar dar-lhe algum espaço e deixar que o tempo lhe trouxesse respostas mais definitivas. Os dias foram passando e ela foi tendo mudanças de humor e pensamentos contraditórios... Às vezes sentia que tinha que lhe fazer ver que não fazia nenhum sentido afastarem-se, que eram tão felizes juntos e que este não era um motivo para pôr fim a uma relação que ainda tinha tanto pela frente, que o stress dele era mais uma razão para a ter do lado dele, para lhe dar o apoio que sempre deu. Outras vezes, sentia-se tão magoada pela atitude dele, que tinha vontade de se afastar completamente, porque não podia estar com alguém que abdicava assim do que tinham por uma razão externa aos dois! 

                 A história continua sem um fim e ela está a perder as esperanças de voltar a viver aquele amor. Sente que está a perder alguém com quem partilhou tanto da sua vida, com quem queria partilhar muito mais e com quem sente que havia muito mais pela frente. O olhar dele estava diferente na última vez que estiveram juntos e ela detestou sentir que a presença dela já não o fazia sorrir da mesma forma. Recentemente, houve pessoas que a fizeram sentir-se tão especial que ela percebeu que só podia estar com alguém que a fizesse sentir-se pelo menos assim! Neste momento, começa a ter dúvidas de que ele seja essa pessoa.


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

O meu ponto fraco


             Dizem que todos temos um ponto fraco, alguma coisa que nos dá tanto prazer que é capaz de nos fazer perdoar uma atitude mais bruta, que é capaz de nos fazer agir sem pensar, alguma coisa pela qual quase seríamos capazes de vender a nossa alma! Eu tenho um ponto mesmo fraco, era capaz de pagar para me fazerem isto todos os dias! Ia ter muitas dificuldades em continuar chateada com alguém, se me fizesse isto. Conseguem calar-me com isto num segundo. Fecho os olhos, sinto um arrepio pelo corpo todo e há poucas sensações tão boas! 
              Não devia revelá-lo mas uma parte de mim quer que toda a gente saiba e que me ataque deliberadamente! Além disso, já percebi que a forma apaixonada como o descrevi pode criar más interpretações!
                  O meu ponto fraco é o cafuné (apesar de odiar essa palavra), mas a definição está na imagem: acarinhar de leve, com a ponta dos dedos o couro cabeludo. Não consigo pensar em muitas coisas melhores... Às vezes dou por mim distraída a massajar o meu próprio couro cabeludo! 


       Também já experimentei usar uma coisa do género da que podem ver na imagem em baixo, mas não é a mesma coisa a não ser que alguém nos faça a nós - o factor controlo tira grande parte do prazer! 
            Assim sendo, amigos e inimigos, sintam-se no pleno direito de fazer uso do meu ponto fraco, não se retraiam! E vocês ai, quais são os vossos pontos fracos? :)

 

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Mais um fim-de-semana de pós graduação



              Eu prometi que ia escrever mais e quero cumprir! Mas este fim-de-semana não consegui, estava em mais uma pós-graduação e não tive oportunidade de estar no computador. De qualquer forma, ao longo das palestras a minha cabeça chegou a voar para o blogue e para a minha vontade de escrever! Para vos provar, tirei uma fotografia ao meu bloco de apontamentos. Como podem ver, estava extremamente atenta! Não sei interpretar a razão de todos os desenhos, mas há sem dúvida um que é claro - reparem ali no "100" no lado direito da página! Eheh



sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Cumprimentos



                      Nunca sei como cumprimentar as pessoas que acabo de conhecer. Umas dão dois beijinhos, outros dão só um e outras ainda, dão um aperto de mão. Assim, sempre que estou nessa situação de um ou dois beijinhos sinto-me como o mocho neste anúncio  (ver vídeo) 


              Ahah Não querendo fazer publicidade, acho que faço o mesmo jogo de pescoço! Na clínica então isto assume características mais marcadas porque quero manter um registo profissional, sem parecer antipática. Ainda não consegui criar um sistema, então ajo por instinto! Senhoras velhinhas geralmente ganham dois beijinhos, mas com homens e jovens sinto uma necessidade de criar algum distanciamento! Por esta razão, tive uma experiência caricata:

            Chegou um matulão à clínica da minha idade, então o instinto actuou - APERTO DE MÃO GO! GO! GO! Assumo o meu ar profissional, endireito as costas, ergo a mão direita com o bícipete em tensão, pronta para um aperto de mão firme e eis que...... do outro lado este me presenteia com o aperto de mão mais flácido do mundo! Parecia que eu estava a segurar a mão de um defunto! Ele limitou-se a deixar ali a mão em inércia, sem sequer a apertar contra a minha - foi estranhíssimo!! 

            Fiquei a pensar... Será que o cúmulo da preguiça é não aplicar força a um aperto de mão?!



quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Hormonas

       
 
            Odeio hormonas! Odeio ainda mais desreguladas! Já me deixaram ficar mal muitas vezes e nos últimos dias estão particularmente atrevidas. Problemas do atrevimento das minhas hormonas:
#1: Fazem-me pensar demais até atingir a desmotivação e, como tal, não escrever no blogue!
#2: Trazem a sensibilidade ao de cima no momento de fazer mudanças (sim,estou a pôr a minha vida em caixas, pelo que também andei ocupada)
#3: Impulso por comer gomas
#4: Servem como desculpa pelos meus actos ahah :)
 
         Alguém disse que se um problema não tem solução, é porque não é um problema. Assim sendo, aqui estão as soluções:
#1: Escrever no blogue, sem desculas
#2: Despachar-me para acabar com as mudanças, de uma vez por todas!
#3: Ir correr - também liberta hormonas (das boazinhas!)
#5: Usar com moderação ;)
 
 
 
 

Mais manias!




           

                Uma mania terrível que eu tenho é que nunca levo os meus projectos até ao fim! Isso vai mudar com este blogue! Preparem-se para recomeçar a ler-me todos os dias, porque não vos vou largar! ;)





quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

A minha esteticista

                    Mudar de esteticista é como mudar de namorado -  temos que começar tudo de novo! Temos que explicar o que gostamos, o que não gostamos, temos que lhes mostrar como estávamos habituadas a fazer as coisas, ainda que possam querer impor-nos a sua forma, temos que ganhar confiança, à vontade e continuar este ciclo até que as coisas possam fluir sem lhes darmos "direcções"!

                   Eu e a minha esteticista já tínhamos uma relação estável em que ela conseguia antecipar as minhas necessidades e me propunha exactamente aquilo que eu precisava. Saía sempre de lá satisfeita... Até que ela me disse que se ia embora, ia voltar para o Brasil. Fiquei cansada só de imaginar ter que encontrar outra igual, afinal já tinha mudado duas vezes até encontrá-la... Enfim, aproveitei os nossos últimos momentos e posso dizer que já encontrei uma com quem estou a criar alguma harmonia!

Bruxa.... sexy?!

 
 
              Já não falta muito para o Carnaval. Não é a minha festa favorita, nem de perto, nem de longe, mas das vezes em que entrei realmente no espírito tive noites divertidas. Em cada ano, quando o carnaval chega ao fim, lembro-me de imensas coisas de que me podia ter vestido, mas ao fim de um ano, as idéias estão a zero e como sou extremamente organizada, não apontei nem uma!
               Não me vou esquecer do Carnaval de há dois anos, em que andava viciada no The Biggest Loser e convenci uns amigos a vestirmo-nos de concorrentes - obesos, claro está! Acabamos por ir só quatro pessoas - dois casais, formando duas equipas de dois! Comprámos calções e t-shirts para cada um na Sport Zone, dois pretos e dois vermelhos, imprimimos o logotipo, colámos na t-shirt e enchemo-nos de almofadas na barriga e no rabo! A primeira vez que olhei para o meu ex-namorado com a vestimenta tive um ataque de riso! Ele tinha (tem) um corpo atlético e vê-lo de repente ganhar mais uns 60kg foi hilariante, parecia outra pessoa!
                A vontade de rir desapareceu quando me vi no meio da rua, rodeada de raparigas que pareciam ter aproveitado a temática da noite para se vestirem de qualquer coisa com o sufixo "sexy". Não me interpretem mal, estou farta de ver odaliscas todos os Carnavais e há coisas que acho um extremo, mas que raio é que eu tinha na cabeça? Porque é que eu me fui vestir de obesa com uns calções e t-shirts nada favorecedores? Arrependi-me no mesmo segundo em que saí à rua e a minha amiga ainda hoje me culpa por a ter feito alinhar na idéia!
                Contudo, o Carnaval tem vindo a transformar-se numa "sexy parade" e estou curiosa para ver até que ponto as pessoas conseguem levar esse conceito... Quais são, na vossa opinião, as coisas que não ligam com "sexy"? É que eu já vi tentarem de tudo...